domingo, 27 de setembro de 2009

Viver mais, com qualidade

1 de Outubro - “Dia Internacional da Pessoa Idosa”

26 de Julho - "Dia Mundial dos Avós"

O envelhecimento faz parte natural do ciclo da vida. Uma sociedade que negligência a experiência e saberes acumulados, torna-se inevitavelmente numa sociedade de desperdício, numa sociedade vazia, sem rumo.

Viver mais anos não é um problema, é um privilégio que temos, nós que não morremos antes.

Prepare-se para envelhecer com qualidade. Proteja a sua saúde, seguindo algumas recomendações simples, mas eficazes.

Promover e manter a saúde

http://www.min-saude.pt/portal/conteudos/enciclopedia+da+saude/idosos/PromoverManterSaude.htm


1) Faça exercício diariamente


Andar todos os dias é uma das melhores formas de praticar exercício. Ande ao seu ritmo e mantenha o corpo e a cabeça direitos. Ande entre 30 a 45 minutos por dia, se for possível, e use calçado adequado.
Fazer exercícios diários de pé ou deitado também é útil e, se orientados por um especialista, tornam-se até mais eficazes.
Nadar também é recomendado, assim como andar de bicicleta e até mesmo dançar.
Escolha a actividade da sua preferência e, se possível, pratique-a todos os dias.

2) Adopte uma alimentação saudável


A alimentação correcta é um dos factores que maior influência tem na sua saúde e no seu bem-estar. Deve ingerir por dia, no mínimo, um alimento de cada um dos seguintes grupos:
Pão, batatas, arroz, massas, farinha, cereais;
Carne, peixe, ovos, leite e produtos lácteos, feijão, lentilhas, ervilhas;
Margarina, óleo, gorduras;
Vegetais (cenouras, couves, tomates, pepinos, alface);
Frutos (maçãs, peras, melão, laranjas, pêssegos).
Não se preocupe se os alimentos são frescos, congelados, pré-cozinhados ou de conserva. O importante é que coma todos os dias fruta e vegetais frescos.
Deve comer, pelo menos, uma refeição quente por dia. Pode cozinhar uma quantidade maior e depois dividi-la em doses diárias e guardá-las no frigorifico ou no congelador.
Coma entre três a cinco refeições por dia a horas certas. Não coma demasiado.
Se tiver dificuldade em mastigar, coma produtos mais macios, como ovos, lacticínios ou papas, ou coza o peixe, os vegetais e a carne até ficarem bem tenros. Se achar necessário, esmague ou pique os alimentos. Beba sumos de fruta e de vegetais.
Beba muitos líquidos (dois litros por dia), em especial quando o tempo está quente. Beba, sobretudo, água e bebidas não açucaradas. Se tiver que usar açúcar, ponha pouca quantidade.
Se sofrer de obstipação (prisão de ventre), beba mais líquidos.
Não utilize muito sal. Para melhorar o sabor dos alimentos nos cozinhados use cebola, alho, funcho, pimenta e outras especiarias.

3) Má nutrição


A má nutrição pode resultar da deficiente absorção dos alimentos, de uma alimentação carenciada ou do excesso alimentar. A obesidade, por exemplo, resulta da ingestão excessiva de calorias e de se comer mais do que o necessário.
Evite as gorduras em excesso.
Evite, em especial, carne gorda, salsichas, queijo gordo e leite gordo.
Utilize margarina ou óleos vegetais, em vez de manteiga e banha.
Inclua na sua dieta leite magro, queijo magro e iogurte. Estes alimentos fornecem cálcio, muito necessário ao fortalecimento de ossos e dentes.
Saiba mais sobre os autocuidados na saúde e na doença. Consulte os guias para as pessoas idosas elaborados pela Direcção-Geral da Saúde.

1 - Conservar-se em forma na idade avançada

2 - Viver após um acidente vascular cerebral – Adobe Acrobat – 190 Kb

3 - Como viver com diabetes

4 - Como prevenir as quedas

5 - Como viver com reumatismo – Adobe Acrobat – 96 Kb

6 - Como enfrentar as doenças cardiovasculares e pulmonares – Adobe Acrobat – 354 Kb

7 - A dor crónica de origem não maligna – Adobe Acrobat – 305 Kb

8 - Viver com amputação dos membros inferiores – Adobe Acrobat – 123 Kb

9 - “Quem? Eu? Exercício?” – Adobe Acrobat – 267 Kb

Os que não estão disponíveis online poderão ser consultados na Direcção-Geral da Saúde - http://www.dgs.pt/.
Programa Nacional Para a Saúde das Pessoas Idosas

Nenhuma das fotos do vídeo apresentado são de minha autoria.

Quinta da Bica

Pedreiras - S.B.Messines


Cavalos


Os cavalos, de maneira geral, são muito semelhantes em sua forma física, possuindo corpos bem proporcionados, ancas possantes e musculosas e pescoços longos que sustentam as cabeças de acentuada forma triangular. As orelhas são pontudas e móveis, alertas ante qualquer som, e a audição é aguçada. Os olhos, situados na parte mais alta da cabeça e bem separados um do outro, permitem uma visão quase circular e as narinas farejam imediatamente qualquer sinal de perigo.

Póneis

Um pónei é um pequeno cavalo com uma morfologia e temperamento próprios. Comparativamente a um cavalo, entre outras características, os póneis exibem crinas e caudas mais densas, uma estrutura óssea mais pesada e pernas proporcionalmente mais curtas.




Gansos


Há mais de 40 variedades de gansos.
Os gansos domésticos são mais activos durante a noite e, dado o seu sentido territorial, podem exercer funções de cão de guarda.


Textos retirados de: http://pt.wikipedia.org/

domingo, 13 de setembro de 2009

Museu Regional do Algarve


O Museu Regional do Algarve está localizado na zona central da cidade de Faro, onde se encontram as ruas pedonais e comerciais.

Trata-se de um museu etnográfico, onde se exibem objectos, fotografias, roupas, utensílios da vida quotidiana sobre a forma de vida desta região portuguesa.


Inaugurado a 15 de Dezembro de 1962, com o nome original de Museu Etnográfico Regional de Faro, possui uma valiosa colecção de peças, pinturas e objectos típicos da região algarvia. Teve como mentor o pintor farense Carlos Filipe Porfírio.

O museu foi criado em colaboração com vários artesões algarvios que executaram os objectos encomendados.

A colecção baseia-se, sobretudo, na recolha efectuada por Carlos Porfírio e centra-se em utensílios domésticos e pelo que se costuma designar de "arte Popular" (cestaria, tapeçaria, etc. ).

Fazem ainda parte do espóliograndes telas da autoria deste pintor, nas quais são ilustradas as tradições algarvias que, de forma expressiva, congelaram no tempo práticas tradicionais que foram desaparecendo.

A história que este museu nos conta é a da forma de vida das gentes do Algarve em meados do século XX, antes da afirmação da indústria do Turismo.

A Serra e o Mar retratados atravé sdos objectos que pautavam esse quotidiano.


Texto retirado do Panfleto cedido pelo Museu Regional de Faro.














terça-feira, 26 de maio de 2009

Aprender ... a LER

Sei muito pouco sobre os vários tipos de linguagem que abaixo apresento, mas soube ler a mensagem que me foi entregue no dia da mãe:
Texto de : www.mãe.pt
Imagem de: www.filha.adorada.pt

Elementos da comunicação

  • Emissor - emite, codifica a mensagem;


  • Receptor - recebe, decodifica a mensagem;


  • Mensagem - conteúdo transmitido pelo emissor;


  • Código - conjunto de signos usado na transmissão e recepção da mensagem;


  • Referente - contexto relacionado a emissor e receptor;


  • Canal - meio pelo qual circula a mensagem.


Linguagem é qualquer e todo sistema de signos que serve de meio de comunicação de idéias ou sentimentos através de signos convencionais, sonoros, gráficos, gestuais etc., podendo ser percebida pelos diversos órgãos dos sentidos, o que leva a distinguirem-se várias espécies de linguagem: visual, auditiva, tátil, etc., ou, ainda, outras mais complexas, constituídas, ao mesmo tempo, de elementos diversos.



Os elementos constitutivos da linguagem são, pois, gestos, sinais, sons, símbolos ou palavras, usados para representar conceitos de comunicação, idéias, significados e pensamentos.


Línguas construídas

Uma das muitas línguas planejadas que existem, o esperanto, foi criada por L. L. Zamenhof. O Esperanto é uma compilação de vários elementos de diferentes línguas humanas cuja intenção é de ser uma língua de fácil aprendizagem, de forma a proporcionar a toda a população humana uma forma mais fácil e democrática de se comunicar.

Hoje é possível encontrar recursos didáticos - gratuitos ou não - na rede mundial para aprendê-la; é uma língua viva em ascensão. É empregado em viagens, correspondência, intercâmbio cultural, convenções, literatura, ensino de línguas, televisão e transmissões de rádio. Alguns sistemas estatais de educação oferecem cursos opcionais de esperanto, e há evidências de que auxilia no aprendizado dos demais idiomas.

O número de línguas artificiais, geralmente chamadas conlangs (palavra que vem do inglês constructed language, "língua construída") tem vindo a aumentar a cada dia. Há vários sites na Internet que aprofundam o tema, contendo listas e breves introduções a centenas ou mesmo milhares de línguas artificiais. A maioria das pessoas que se dedica ao fenómeno, os chamados conlangers, fazem parte de uma lista de distribuição de emails: a CONLIST.


Língua Gestual



A expressão "língua gestual" refere-se à língua materna de uma comunidade de surdos. Essa língua é produzida por movimentos das mãos, do corpo e por expressões faciais e a sua recepção é visual. Tem um vocabulário e gramática próprios.



Língua Gestual Portuguesa (LGP) é a língua gestual (no Brasil: língua de sinais) através da qual grande parte da comunidade surda, em Portugal, comunica entre si. É processada através de gestos, como o nome indica e a sua captação é visual. Cada país tem a sua própria língua gestual. Por exemplo, no Brasil existe a Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS).



Língua ou linguagem?

Uma língua é um sistema de comunicação específico e exclusivo do ser humano, sendo gerido por regras particulares.



Assim sendo, a LGP possui características que fazem dela uma língua:


  • é composta, maioritariamente por símbolos arbitrários;


  • é um sistema linguístico;


  • é partilhada por uma comunidade de pessoas que a utilizam como sua forma de expressão mais natural;


  • possui propriedades como a criatividade e a recursividade;


  • possui aspectos contrastivos;


  • é um sistema em constante renovação e evolução: apresenta o fenómeno da dinâmica linguística;


  • a sua aprendizagem/ aquisição faz-se de modo natural num ambiente propício.


Para acrescentar, como qualquer língua oral, a LGP possui variantes dentro do seu próprio país (idioma), alterando, relativamente, de região para região e dependendo do grau de alfabetização e das profissões dos surdos em cada uma das regiões.



O código Braille




Louis Braille nasceu em 4 de Janeiro de 1809 em Coupvray, na França, a cerca de 40 quilómetros de Paris.

Quando tinha apenas três anos de idade, Louis sofreu um grave acidente quando manejava uma das ferramentas da oficina de seu pai. Por fim, o jovem Braille acabou perdendo a visão dos dois olhos.

Em 1821, quando Louis Braille tinha somente 12 anos, Charles Barbier, capitão reformado da artilharia francesa, visitou o instituto onde apresentou um sistema de comunicação chamado de escrita nocturna, também conhecido por Serre e que mais tarde veio a ser chamado de sonografia.

Tratava-se de um método de comunicação táctil que usava pontos em relevo dispostos num rectângulo com seis pontos de altura por dois de largura e que tinha aplicações práticas no campo de batalha, quando era necessário ler mensagens sem usar a luz que poderia revelar posições. Assim, era possível trocar ordens e informações de forma silenciosa. Usava-se uma sovela para marcar pontinhos em relevo em papelão, que então podiam ser sentidos no escuro pelos soldados.

A escrita nocturna baseava-se numa tabela de trinta e seis quadrados, cada quadrado representando um som básico da linguagem humana. Duas fileiras com até seis pontos cada uma eram gravadas em relevo no papel. O número de pontos na primeira fileira indicava em que linha horizontal da tabela de sons vocálicos se encontrava o som desejado, e o número de pontos na segunda fileira designava o som correto naquela linha. Esta ideia de usar um código para representar palavras em forma fonética foi introduzido no Instituto. Louis Braille dedicou-se de forma entusiástica ao método e passou a efectuar algumas melhorias.

Assim, nos dois anos seguintes, Braille esforçou-se em simplificar o código. Por fim desenvolveu um método eficiente e elegante que se baseava numa célula de apenas três pontos de altura por dois de largura. O sistema apresentado por Barbier, era baseado em 12 pontos, ao passo que o sistema desenvolvido por Braille é mais simples, com apenas 6 pontos.
Braille, em seguida, melhorou o seu próprio sistema, incluindo a notação numérica e musical. Em 1824, com apenas 15 anos, Louis Braille terminou o seu sistema de células com seis pontos. Pouco depois, ele mesmo começou a ensinar no instituto e, em 1829, publicou o seu método exclusivo de comunicação que hoje tem o seu nome. Excepto algumas pequenas melhorias, o sistema permanece basicamente o mesmo até hoje.

Apesar de tudo, levou tempo até essa inovação ser aceita. As pessoas com visão não entendiam quão útil o sistema inventado por Braille podia ser, e um dos professores principais da escola chegou a proibir seu uso pelas crianças. Felizmente, tal decisão teve efeito contrário ao desejado, encorajando as crianças a usar o método e a aprendê-lo em segredo. Com o tempo, mesmo as pessoas com visão acabaram por perceber os benefícios do novo sistema. No instituto, o novo código só foi adotado oficialmente em 1854, dois anos após a morte de Braille, provocada pela tuberculose em 6 de Janeiro de 1852, com apenas 43 anos.

Hoje, o método simples e engenhoso elaborado por Braille torna a palavra escrita disponível a milhões de deficientes visuais, graças aos esforços decididos daquele rapaz há quase 200 anos.

O braille é lido da esquerda para a direita, com uma ou ambas as mãos. Cada célula braille permite 63 combinações de pontos. Assim, podem-se designar combinações de pontos para todas as letras e para a pontuação da maioria dos alfabetos.

Vários idiomas usam uma forma abreviada de braille, na qual certas células são usadas no lugar de combinações de letras ou de palavras freqüentemente usadas. Algumas pessoas ganharam tanta prática em ler braille que conseguem ler até 200 palavras por minuto.

"Se os meus olhos não me deixam obter informações sobre homens e eventos, sobre ideias e doutrinas, terei de encontrar uma outra forma."

(Louis Braille)


domingo, 24 de maio de 2009

Janelas






Portal concebido para cegos e ambliopes. Contém notícias, informações úteis, links e software.


O portal LERPARAVER nasceu a 26 de Novembro de 1999 pelas mãos de dois amigos cegos portugueses, residentes no Porto, Daniel Serra e António Silva, sendo, actualmente, o maior portal em língua portuguesa dedicado a deficiência da visão.


Este portal não se destina apenas à utilização por parte de pessoas cegas ou com baixa visão, destina-se a todas as pessoas que se interessam pessoal e profissionalmente por esta temática.
Neste espaço encontrará notícias, informações úteis, fóruns, blogs, ligações a páginas sobre o mesmo tema, artigos, manuais, truques para a vida diária, transferência de ficheiros e muito mais.


Embora seja originado, mantido e coordenado pelos seus fundadores, trata-se de um espaço colectivo, em que qualquer pessoa pode colaborar publicando conteúdo, contribuindo assim para a partilha de informação e enrequecimento desta comunidade virtual.






Caiada a branco e azul, a casa é soalheira e está situada à beira da estrada. Ao cruzar os portões transpira-se um ambiente informal e acolhedor. Os sorrisos espelham-se nos rostos curiosos que olham de soslaio quem chega de novo. A casa já é antiga e reclama obras, mas o trabalho que ali se constrói diariamente vai além daquelas paredes


Em Angra do Heroísmo, na Terceira, nos Açores, a Associação Cristã da Mocidade (ACM) foi pioneira na intervenção na área da deficiência, numa altura em que não havia respostas na ilha. A crise do sismo de 80 que abalou o parque habitacional da ilha motivou o aparecimento desta instituição particular de solidariedade social, inicialmente exclusivamente dedicada à reconstrução de habitações, que depois eram doadas à população mais carenciada.


Nesse trabalho os dirigentes aperceberam-se da grande lacuna de respostas para a população com deficiência, que estava votada ao abandono, e cuja percentagem era bastante considerável. Sem grandes infra-estruturas, começaram por arrendar uma casa perto do centro da cidade de Angra e como não tinham meios de transporte próprios pagavam os bilhetes de autocarro aos utentes para que se pudessem deslocar-se de toda a ilha até à instituição.
(...)




Uma janela que se abre


Abril 4, 2009 por contadores.destorias


Um blog onde os Contadores d’Estórias colocam histórias de que gostam e que querem partilhar. Sirva-se e dê-lhes vida! Quer também recebê-las por email? Procura histórias sobre um algum tema ou para um fim específico?


Os nossos objectivos são meramente pedagógicos, sem qualquer interesse financeiro.







Uma janela de ‘serviço público’


Base temática de música portuguesa no Centro Virtual Camões

O acesso à base temática do Centro de Informação da Música Portuguesa (CIMP)/Miso Music Portugal, a partir do Centro Virtual Camões (CVC), está operacional desde o final de Janeiro no endereço http://cvc.instituto-camoes.pt/conhecer/bases-tematicas/musica-portuguesa-dos-secs-xix-xx-e-xxi.html, dotando a plataforma digital do Instituto Camões (IC) de um novo recurso, quer para especialistas quer para o grande público.


O CIMP, projecto implementado entre 2001 e 2004, pelos músicos Miguel Azguime e Paula Castro Guimarães, criadores do Miso Ensemble, com um investimento de 296 mil euros, suportado por fundos do FEDER e do POSI (Programa da Sociedade da Informação), foi inaugurado em linha em Janeiro de 2006, segundo os seus fundadores, que fazem questão de o apresentar como um «serviço público», pelas suas características de gratuidade, universalidade e de promoção da música portuguesa no estrangeiro.


«É uma grande janela aberta para intérpretes, programadores e melómanos estrangeiros a quem interesse a música portuguesa. É a primeira vez que é possível ter acesso e pesquisar a música portuguesa, saber quem são os seus activos agentes - os compositores, os intérpretes, encontrar as obras, ouvir fragmentos, ver partituras e, eventualmente, vir a tocar, que é o nosso objectivo», afirma o criador e intérprete da ópera multimédia O Itinerário do Sal.





Uma Janela aberta à família


Projecto apontado como exemplo de inovação na área da promoção da saúde.


Projecto «Uma Janela Aberta à Família» da ARS Algarve, IP e IDT Algarve, IP, referenciado no Relatório de Primavera do Observatório Português dos Sistemas de Saúde como um exemplo de um projecto inovador na área da protecção e promoção da saúde e do apoio aos estilos de vida saudáveis.


O Relatório de Primavera do Observatório Português dos Sistemas de Saúde no capitulo dedicado às «Respostas inovadoras em Saúde», elogia o Projecto «Uma Janela aberta à família», salientando que se trata «de uma iniciativa inovadora no âmbito da promoção da saúde e do apoio a estilos de vida saudáveis».


A evocação dos valores da família, da importância dos afectos e do estabelecimento de comunicação entre pais e filhos, são outros dos aspectos focados no Relatório como um «valor acrescentado» no projecto.


«É uma inovação simples, universal e contínua, em que se facilita aos pais o acesso a informação sobre a educação dos filhos, nas mais diferentes áreas», destaca o documento do Observatório Português dos Sistemas de Saúde, explicando ainda que o projecto «pretende responsabilizar os pais pelo futuro das crianças, mas sempre apoiando e fomentando as capacidades inerentes à paternidade e à maternidade, com a finalidade de aumentar os factores de protecção, evitando comportamentos de risco e estabelecendo como princípios essenciais de educação a auto-estima, a disponibilidade, as regras e o afecto».







Publicado por Casa dos Bits às 08.00h no dia 24 de Março de 2006.


O Museu das Notícias é um espaço de interacção com a informação noticiosa produzida em todo o mundo. Como os próprios o definem, tem como principal objectivo ajudar público e órgãos de informação a entenderem-se melhor entre si.


Existe fisicamente desde 1997 e a sua presença na Internet também não é uma novidade mas merece destaque pela selecção de informação, cartoons, foto-reportagem e outros trabalhos que prestigiam o acto de informar.


Para quem pretende saber mais sobre o Museu físico, está disponível uma visita virtual pelas novas instalações em Washington. Num estilo inconfundivelmente americano é possível ainda obter informação sobre todos os passos da construção do moderno edifício.


Chaminé Algarvia


As chaminés da vaidade (?)

Cilíndricas ou prismáticas, quadradas ou rectangulares, simples ou elaboradas, as chaminés algarvias são um símbolo da região e uma prova da influência de cinco séculos de ocupação árabe. Um legado arquitectónico e ornamental presente em grande parte das cidades e vilas do sul de Portugal e visível nas ruas estreitas, na estrutura das casas e no ar de minaretes das chaminés que adornam os telhados.

E no Algarve não havia duas chaminés iguais, porque os mais ou menos elaborados motivos decorativos dependiam sempre dos dias de construção, do prestígio, da vaidade e das posses do proprietário. Aliás, era costume entre os mestres pedreiros perguntar quantos dias queriam de chaminé para avaliar o valor da chaminé a construir, que se traduzia no tempo que a mesma demorava a erigir.


Quanto mais delicada e difícil era a sua elaboração, mais dispendiosa se tornava. A cor predominante era o branco da cal, mas honrosas excepções mostram ainda hoje alguns motivos coloridos, sobretudo em tons ocres e azuis.

Esta é uma das principais razões por que as chaminés algarvias ostentam as mais variadas formas, desde as simples ranhuras, aos complicados e belos rendilhados, ou à representação em miniatura de torres de relógio ou de casas.

Mas sempre um símbolo visível da arte popular, uma prova de perícia para cada pedreiro e um motivo de orgulho para qualquer proprietário.Mais do que pura utilidade, as chaminés algarvias desempenhavam um papel ornamental, sendo prova disso a presença de duas chaminés nas casas de campo, numa região em que as condições climatéricas pouco o justificam. A chaminé de uso e também a mais simples e mais funcional ficava situada na casa do forno, onde era costume fazer as refeições, enquanto a chaminé rendilhada, mais pequena e personificada, ocupava um lugar de destaque na cozinha da própria casa, compartimento apenas utilizado para receber visitas ou organizar festas.

Em termos práticos, a chaminé era considerada um sinal de presença de pessoas nas casas, um bom indício do estado do tempo e o local onde era marcada a data de construção da casa.O interior do Algarve, especialmente Querença, Martinlongo e Monchique são os locais onde melhor se podem contemplar estas seculares chaminés algarvias, uma arte de formas geométricas e rendilhados diversos, rematada a cal, que simboliza o prestígio e a vaidade dos proprietários.

Texto retirado de: http://www.visitalgarve.pt/visitalgarve/vPT/VivaOAlgarve/CulturaTradicao/Actividades/Casas+T%C3%ADpicas/Sugestoes/Chamin%C3%A9s+Algarvias.htm

sábado, 23 de maio de 2009

Ambiente

Reciclar é preciso

Como contribuir para uma reciclagem mais eficiente?



Mais de metade do lixo que produzimos todos os dias pode ser reciclado.


Veja o que pode separar em casa e onde depositar os resíduos que não devem ser deitados no lixo indiferenciado.


Porque se devem separar os resíduos recicláveis?


Reciclar materiais permite reutilizá-los como matéria-prima no fabrico de novos produtos, diminuindo o uso de recursos naturais (muitos dos quais não renováveis). Além disso, fabricar novos produtos a partir de materiais usados consome menos energia do que a partir de matérias virgens.

O sector dos resíduos contribui significativamente para a emissão de gases com efeito de estufa. Já a reciclagem é o processo de tratamento de resíduos com maior potencial de redução indirecta de emissões de CO2. Num momento em que o combate às alterações climáticas surge como um dos grandes desafios ambientais, é fundamental reciclar.

A reciclagem permite diminuir a quantidade de resíduos que tem como destino final os aterros sanitários, prolongando a vida útil destes últimos e evitando a construção de novos.

Os cidadãos devem participar activamente na correcta separação dos resíduos para posterior reciclagem. Este procedimento não se deve limitar às embalagens, mas incluir todos os resíduos passíveis de ser reciclados, como os óleos usados, electrodomésticos, pilhas, automóveis, etc.




Incêndios florestais


Um incêndio florestal é um incêndio descontrolado em zonas naturais, bosques e lugares com abundante vegetação. Podem-se produzir por relâmpagos, descuidos humanos e em muitas ocasiões são intencionados.

As perdas ocasionadas pelo fogo anualmente no mundo são ingentes. Os incêndios voluntários (pirômanos) ou não, ocasionam grandes gastos tanto em recursos como em vidas humanas, e semeiam a destruição de lugares naturais que demoram muito tempo em regenerar-se.
A divulgação de um incêndio depende das condições meteorológicas (direcção e intensidade do vento, humidade relativa do ar, temperatura), do grau de secura e do tipo do coberto vegetal, orografia do terreno, acessibilidades ao local do incêndio, prazos de intervenção (tempo entre o alerta e a primeira intervenção no ataque ao fogo), etc.

Um incêndio pode propagar-se pela superfície do terreno, pelas copas das árvores e através da manta morta. Os incêndios de grandes proporções são normalmente vistos a vários quilómetros, devido aos seus fumos negros e densos.

As causas dos incêndios florestais são várias. Têm, na sua grande maioria, origem humana, quer por descuido e acidente (queimadas, queima de lixos, lançamento de foguetes, cigarros mal apagados, linhas eléctricas), quer por intenção. Os incêndios de causas naturais pertencem a uma pequena percentagem do número total de ocorrências.

Para além da destruição da floresta os incêndios podem ser responsáveis por:
  • Morte e ferimentos nas populações e animais (queimaduras, inalação de partículas e gases)

  • Destruição de bens (casas, armazéns, postes de electricidade e comunicações etc.)

  • Corte de vias de comunicação

  • Alterações, por vezes de forma irreversível, do equilíbrio do meio natural

  • Reprodução e difusão de pragas e doenças, quando o material ardido não é tratado

Com o crescimento das áreas residenciais na direcção da floresta, os seus habitantes ficam sujeitos a um risco acrescido a este tipo de fenómenos.

A logística florestal dá resposta a este flagelo ao planificar o espaço florestal, por meio de projectos florestais, considerando à partida quais os locais mais propícios a ocorrerem incêndios e a evitá-los.

Algumas medidas preventivas a serem tomadas:

  • Manter limpa uma faixa de 50m à volta de habitações, estaleiros, armazéns, oficinas ou outras edificações, nos espaços rurais.

  • Manter limpa uma faixa superior a 100m à volta dos aglomerados populacionais, parques, polígonos industriais e aterros sanitários, inseridos ou confinantes com áreas florestais

Texto retirado de : http://pt.wikipedia.org/wiki/Inc%C3%AAndio_florestal