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sábado, 14 de novembro de 2009

Olhar o Passado














Nenhuma destas fotos é de minha autoria.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Folha de Estanho


Técnica de execução passo a passo:


Escolher o motivo e passar para papel vegetal.

Colocar o papel vegetal sobre o avesso da folha de estanho que, por sua vez, estará sobre um pano dobrado. Prender com fita-cola. Passar o desenho com uma caneta que não escreva.

Este traço deve ser feito com alguma intensidade. Repassar o desenho. Este passo deve ser feito do centro para a periferia.

Passar o esfuminho à volta das nervuras, pelo direito, em cima da mesa de trabalho. Passar também o buril fino à volta das nervuras.

Do lado do avesso e, sobre o pano, utilizar o buril de bola para dar relevo.

Preencher o avesso com cera e resina derretidas.

Para envelhecer o estanho, aplicar patine para estanho. Limpar a patine com algodão limpa-pratas. Se pretender pode aplicar verniz.


quarta-feira, 13 de maio de 2009

Fotos Soltas

Danças de Salão

A dança de salão tem origem nos bailes das cortes reais européias tomando forma na corte do Rei Luís XIV na França. É possível que o abraço lateral venha do fato de que na época os soldados carregavam a espada no lado esquerdo, como mostra nas fotos "O Bailarino" de Caroso.

Também era evidente a postura clássica, ereta e com o torso fixo como no balé que tem a mesma origem.



A forma de dança em casal foi levada pelos colonizadores para as diversas regiões das américas aonde deu origem às muitas variedades a medida que se mesclava às formas populares locais: tango na Argentina, o maxixe, que deu origem ao samba de gafieira, no Brasil, a habanera, que deu origem a diversos ritmos cubanos como a salsa, o bolero, a rumba etc.


A Sombra

Uma sombra é uma região escura formada pela ausência parcial da luz, proporcionada pela existência de um obstáculo. Uma sombra ocupa todo o espaço que está atrás de um objeto com uma fonte de luz em sua frente.


A imagem projetada pela sombra é uma silhueta bidimensional e uma projeção invertida do objeto que bloqueia a luz, se apresentando de acordo com a posição retilínea da luz.
A luminosidade presente na sombra se apresenta proporcional à opacidade do objeto ao qual ela se utiliza para ser projetada.

Meio opaco: não permite a passagem de luz Meio transparente: permite a passagem de luz. Meio translúcido: permite a passagem de luz, mas não permite identifica-la.


Sombras coloridas
Exploratorium

As sombras não são todas a preto e branco.


Vê e faz.

Aproxima-te da parede branca e repara nas sombras coloridas. Quantas cores diferentes consegues fazer com as tuas sombras? Que acontece realmente?


Porto de recreio de Olhão

Olhão (ou Olhão da Restauração), é uma cidade portuguesa no Distrito de Faro, região e subregião do Algarve, com cerca de 31 100 habitantes.

É sede de um município com 126,82 km² de área e 40 808 habitantes (2001), subdividido em 5 freguesias. O município, que inclui uma parte continental e a Ilha da Armona, na ria Formosa, é limitado a norte e leste pelo município de Tavira, a oeste por Faro, a noroeste por São Brás de Alportel e a sueste tem litoral no oceano Atlântico.

O concelho de Olhão foi criado em 1808. Continua a ter na pesca um dos esteios da sua economia, mas começa a lançar-se de forma decidida no turismo de qualidade, com a recente construção do porto de recreio.
Publicidade
A publicidade é uma actividade profissional dedicada à difusão pública de idéias associadas a empresas, produtos ou serviços, especificamente, propaganda comercial.

Publicidade é um termo que pode englobar diversas áreas de conhecimento que envolvam esta difusão comercial de produtos, em especial atividades como o planejamento, criação, veiculação e produção de peças publicitárias.Mas estudos mostram uma tabuleta em argila encontrada por arqueólogos, a qual continha inscrições babilônicas, anunciando a venda de gado e alimentos, demonstrando que já se utilizava de algum tipo de publicidade na antiguidade.

Foi, porém, após a Revolução Francesa (1789), que a publicidade iniciou a trajetória que a levaria até o seu estágio atual de importância e desenvolvimento.

Hoje, todas as atividades humanas se beneficiam como o uso da publicidade: Profissionais liberais, como médicos, engenheiros, divulgam por meio dela, os seus serviços; os artistas anunciam suas exposições, seus discos, seus livros, etc…, a própria ciência vem utilizando os recursos da publicidade, promovendo suas descobertas e seus congressos por meio de cartazes, revistas, jornais, filmes, Internet e outros.

Em Portugal o termo publicidade é usado diversas vezes como sinônimo de propaganda ou para representar a atividade realizada por uma agência de propaganda.

O termo "publicidade" refere-se exclusivamente à propaganda de cunho comercial. É uma comunicação de caráter persuasivo que visa defender os interesses econômicos de uma indústria ou empresa. Já a "propaganda" tem um significado mais amplo, pois refere-se à qualquer tipo de comunicação tendenciosa (as campanhas eleitorais são um exemplo, no campo dos interesses políticos).

Texto retirado de :
http://pt.wikipedia.org/wiki/Publicidade

Fogo de artifício


Um foguete pirotécnico ou fogo de artifício é um explosivo dotado de um pavio para iniciar a combustão. A combustão inicial provoca a rápida ascensão do foguete, que a certa altura explode violentamente. Estes foguetes são usados em festas populares ou celebrações para criar um efeito ruidoso ao acontecimento, e como meio de aviso de que algum acontecimento está iniciando ou terminando.



Também são usados em espetáculos noturnos como fogos de artifício. Conforme o elemento químico adicionado junto à mistura explosiva, podem ser obtidas diferentes cores, como podemos ver na tabela abaixo:




Persiana

Persiana (português brasileiro) ou estore (português europeu), também chamada de veneziana, é um artigo decorativo utilizado na parte interna de janelas ou portas para vedar a entrada de iluminação ou controlá-la parcialmente quando desejado; as persianas podem ser também consideradas como um tipo de cortina. Também tem função térmica: podem bloquear entrada indesejada de calor no verão e manter o calor em clima frio. Em ambos os casos, reduzem a luz em grau variado, dependendo do design.
Como se pode poupar energia?


Poupar energia significa diminuir a quantidade de energia utilizada aquando da realização de qualquer acto do nosso quotidiano. Gastar menos energia tem várias vantagens – poupa-se dinheiro e ajuda-se o ambiente. A produção de energia requer recursos naturais preciosos, por exemplo carvão, petróleo ou gás. Assim, gastar menos energia ajuda a preservar estes recursos e a mantê-los durante mais tempo.

Porque é importante poupar energia? Se as pessoas gastarem menos energia, tornar-se-á menos urgente aumentar o fornecimento desta, pela construção de novas centrais eléctricas ou pela importação de energia de um outro país.


Está a poupar energia?

Para o ajudar a poupar energia e o ambiente, a EDP criou este auto-diagnóstico energético. ... está a poupar energia ? > faça o teste e descubra.

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Outras misturas

Pequeno Livro do Officio da Missa
1882


Confissão et Communhão, Semana Santa, etc. etc.




Espelho/Reflexo



Um espelho é uma superfície muito lisa e com alto índice de reflexão de luz.

Olhando um espelho comum, vemos a nossa imagem com mesma forma e tamanho, mas que parece estar atrás do espelho à mesma distância em que estamos dele.


Possivelmente terá sido a superfície da água que inspirou o fabrico do primeiro espelho.


Foram descobertos nos despojos da civilização Badariana (do Egipto, junto ao Rio Nilo), espelhos de cobre, deixados pelo homem primitivo no quinto milênio a .C. Mais tarde, construíram-se espelhos de prata polida, que é boa reflectora mas escurece com a atmosfera e precisa de ser frequentemente limpa e trabalhada.


Os espelhos vulgares são formados por uma camada de prata, alumínio ou amálgama de estanho, que é depositada quimicamente sobre a face posterior de uma lâmina de vidro, e por trás coberta com uma substância protectora. Por sua vez, os espelhos de precisão são obtidos depositando, por evaporação sob vácuo, a camada metálica sobre a face anterior do vidro. Estes espelhos não podem ser protegidos o que implica que se realizem metalizações frequentes.



Telhados

Chama-se vulgarmente de telhado qualquer tipo de cobertura em uma edificação. Porém, o telhado, rigorosamente, é apenas uma categoria de cobertura, em geral caracterizado por possuir um ou mais planos inclinados em relação à linha horizontal (diferente, por exemplo, das lajes planas ou das cúpulas). A cada um destes planos inclinados, dá-se o nome de água.




A função principal do telhado é a mesma que a de qualquer outra cobertura: proteger o espaço interno do edifício das intempéries do ambiente exterior (como a neve, a chuva, o vento, entre outros), também concedendo aos usuários aí localizados privacidade e conforto (através de proteção acústica, térmica, etc). Porém, diferente de outros sistemas de cobertura, o telhado também promove a captação e distrubuição das águas pluviais.
Os telhados existem em vários formatos, mas todos, de uma forma geral, são constituídos pela composição de planos inclinados. De todos, o mais simples é o telhado de duas águas (o qual pode ser verificado, por exemplo, nos templos gregos clássicos). Em geral, seu principal elemento construtivo é a telha (que, por sua vez, pode ser constituída de barro, metal ou outros materiais). Normalmente a inclinação das águas de um telhado corresponde às necessidades climáticas da região no qual é construído e da cultura do lugar: alguns telhados na Europa, por exemplo, principalmente nos Alpes, possuem a cumeeira bem elevada, de forma a que os planos inclinem-se em ângulos superiores a 60º, a fim de suportar de maneira mais eficiente o peso extra da neve. Em um país tropical como o Brasil, por exemplo, tal telhado apenas se justificaria por razões estéticas. Os telhados produzidos por populações indígenas, por exemplo, constituídos de palha seca ou sapé, são inclinados em 20º a 30º correspondendo aproximadamente a uma inclinação de 50%, possibilitando um bom escoamento das águas e tornando-o quase inteiramente impermeável.


A inclinação do telhado está diretamente ligada ao tipo de cobertura empregada e a atuação do vento na região. Atentando principalmente para o melhor escoamento das águas pluviais, impedindo a transmissão de umidade para o interior do imóvel.



Texto retirado de : http://pt.wikipedia.org/wiki/Telhado


A Roda




A história da roda pode ser muito curta ou abranger milhares de anos - depende da região ou parte do globo em que é considerada. Sabe-se, por exemplo, que enquanto a civilização sumeriana, que floresceu às margens do rio Eufrates há cerca de 6.000 anos atrás, sabia usá-la (como está gravado em um baixo-relevo de UR) e enquanto os egípcios pareciam familiarizados com ela desde 1.700 Antes de Cristo, a roda era completamente desconhecida na Oceania antes da chegada dos primeiros europeus. Mesmo as civilizações pré-colombianas não acharam uso prático para ela, embora em princípio já a conhecessem.


Acredita-se que a roda foi desenvolvida originada do rolo (um tronco de árvore) que, provavelmente, representou o primeiro meio usado pelo homem para impedir o atrito de arrasto entre dois planos, substituindo-o pelo atrito de rolamento. Mais tarde, este rolo se transformou em disco, e foi, talvez, a necessidade de introduzir a mão para lubrificar o eixo que fez com que o homem abrisse largos buracos. Em outra ocasião, alguém pensou em proteger o cubo da roda contra choques utilizando uma cobertura, e surgiu a precursora das calotas modernas, que tem objetivo mais ou menos funcional. A evolução das rodas dos automóveis se originou diretamente das rodas das antigas carruagens puxadas a cavalos, às quais eram, a princípio, idênticas.



sábado, 18 de abril de 2009

Misturas Soltas

Os trolls

Os trolls são criaturas antropomórficas do folclore escandinavo. Poderiam ser tanto como gigantes horrendos - como ogros - ou como pequenas criaturas semelhantes a goblins. Viviam em cavernas ou grutas subterrâneas.

Na literatura nórdica apareceram com várias formas, e uma das mais famosas teria orelhas e nariz enormes. Nesses contos também lhes foram atribuídas várias características, como a transformação em pedra destas criaturas quando expostas a luz solar.



Pedra de Espuma

Pedra-pomes ou púmice é uma rocha vulcânica de muito baixa densidade, formada quando gases e lava formam um colóide que por arrefecimento solidifica sob a forma de uma rocha esponjosa. A pomes é o menos denso de todos os piroclastos, sendo comum ter densidade inferior à da água, o que a transforma numa rocha que flutua. Nos Açores, onde estes materiais são extremamente comuns, são em geral designados por bagacina.
Formação: A pedra pomes forma-se durante eventos vulcânicos explosivos quando lava líquida muito rica em gases é projectada na atmosfera, formando pedaços de espuma constituídos por material lávico recheado por bolhas de gás que aumentam rapidamente de volume com a redução da pressão aquando da saída da lava para a atmosfera. Estas bolhas são mantidas na rocha formada, como que congeladas pelo rápido arrefecimento da lava, transformando cada fragmento num clasto repleto de milhões de bolhas de dimensão variável, a maior parte das quais sub-microscópica.


Rocha vulcânica porosa, leve, muito dura, que serve para polir e lixar. Apresenta-se cheia de bolhas de ar, pois, na realidade, é uma espuma sólida. O vidro natural é formado quando a lava incandescente escorre de um vulcão e esfria rapidamente. Se a lava está cheia de gases vulcânicos, os gases escapam e transformam a lava em espuma. A pedra-pomes flutua na água porque contém muitas cavidades de ar.





Vênus de Malta


Vénus de Malta é a peça mais rara do museu Nacional de Arqueologia de Malta, em La Valletta, e é também uma das mais pequenas, tem apenas 13 cm.
Foi encontrada no Templo de Hagar Quim e data de 3000 - 2500 a.C. Pensa-se ser a representação de uma deusa da natureza ou da fertilidade.


Teclado Florido

O teclado de computador é um tipo de periférico utilizado pelo usuário para a entrada manual no sistema de dados e comandos. Possui teclas representando letras, números, símbolos e outras funções, baseado no modelo de teclado das antigas máquinas de escrever. Basicamente, os teclados são projetados para a escrita de textos, onde são usadas para esse meio cerca de 50% delas.

O teclado vem se adaptando com a tecnologia e é um dos poucos periféricos que mais se destacam na computação.


O relógio



O relógio é utilizado como medidor do tempo desde a Antiguidade, em variados formatos. É uma das mais antigas invenções humanas.Os primeiros relógios utilizados foram os relógios de Bolso. Eram muito raros e tidos como verdadeiras jóias, pois poucos tinham um. Os relógios de bolso eram símbolo da alta aristocracia.



Texto retirado de: http://pt.wikipedia.org/wiki/Rel%C3%B3gio



Comboios

A história dos Caminhos de Ferro em Portugal está, sem dúvida alguma, ligada à CP, Caminhos de Ferro Portugueses. Se até 1947 existiam em Portugal várias companhias a explorarem as nossas linhas férreas, desde essa data os nossos comboios viram-se todos integrados na CP.

Os transportes ferroviários têm registado evoluções técnicas significativas, tornando-se mais rápidos, seguros, cómodos e economicos. Há vagões que dão resposta à necessidade de deslocação de certas mercadorias (vagões-frigorificos, vagões cisterna, etc.)

Texto retirado de : http://comboio.web.pt/

Alfa Pendular é o nome do comboio de velocidade elevada da companhia portuguesa CP. Liga as cidades de Braga, Porto, Aveiro, Coimbra, Lisboa, e Faro entre outras cidades intermédias. Atinge uma velocidade máxima de 220 km/h (136,7 mph). A sua tecnologia pendular permite-lhe fazer curvas a velocidades mais elevadas que os comboios convencionais.



A torre da igreja


Os mais atentos hão-de lembrar-se de um quadro famoso de Sarah Afonso, “A Procissão”, e também dos versos célebres que António Lopes Ribeiro lhe dedicou (ao quadro, geralmente passa despercebido esse pormenor de os versos serem dedicados ao quadro, chamam-se mesmo “A procissão de Sarah Afonso”, e não a uma cena da vida a que António Lopes Ribeiro tenha assistido). Ninguém há que não tenha no ouvido a voz de João Villaret declamando “A procissão”...

Tocam os sinos da torre da igreja,
Há rosmaninho e alecrim pelo chão.
Na nossa aldeia que Deus a proteja!
Vai passando a procissão.


(...)
(António Lopes Ribeiro)