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domingo, 24 de maio de 2009

Chaminé Algarvia


As chaminés da vaidade (?)

Cilíndricas ou prismáticas, quadradas ou rectangulares, simples ou elaboradas, as chaminés algarvias são um símbolo da região e uma prova da influência de cinco séculos de ocupação árabe. Um legado arquitectónico e ornamental presente em grande parte das cidades e vilas do sul de Portugal e visível nas ruas estreitas, na estrutura das casas e no ar de minaretes das chaminés que adornam os telhados.

E no Algarve não havia duas chaminés iguais, porque os mais ou menos elaborados motivos decorativos dependiam sempre dos dias de construção, do prestígio, da vaidade e das posses do proprietário. Aliás, era costume entre os mestres pedreiros perguntar quantos dias queriam de chaminé para avaliar o valor da chaminé a construir, que se traduzia no tempo que a mesma demorava a erigir.


Quanto mais delicada e difícil era a sua elaboração, mais dispendiosa se tornava. A cor predominante era o branco da cal, mas honrosas excepções mostram ainda hoje alguns motivos coloridos, sobretudo em tons ocres e azuis.

Esta é uma das principais razões por que as chaminés algarvias ostentam as mais variadas formas, desde as simples ranhuras, aos complicados e belos rendilhados, ou à representação em miniatura de torres de relógio ou de casas.

Mas sempre um símbolo visível da arte popular, uma prova de perícia para cada pedreiro e um motivo de orgulho para qualquer proprietário.Mais do que pura utilidade, as chaminés algarvias desempenhavam um papel ornamental, sendo prova disso a presença de duas chaminés nas casas de campo, numa região em que as condições climatéricas pouco o justificam. A chaminé de uso e também a mais simples e mais funcional ficava situada na casa do forno, onde era costume fazer as refeições, enquanto a chaminé rendilhada, mais pequena e personificada, ocupava um lugar de destaque na cozinha da própria casa, compartimento apenas utilizado para receber visitas ou organizar festas.

Em termos práticos, a chaminé era considerada um sinal de presença de pessoas nas casas, um bom indício do estado do tempo e o local onde era marcada a data de construção da casa.O interior do Algarve, especialmente Querença, Martinlongo e Monchique são os locais onde melhor se podem contemplar estas seculares chaminés algarvias, uma arte de formas geométricas e rendilhados diversos, rematada a cal, que simboliza o prestígio e a vaidade dos proprietários.

Texto retirado de: http://www.visitalgarve.pt/visitalgarve/vPT/VivaOAlgarve/CulturaTradicao/Actividades/Casas+T%C3%ADpicas/Sugestoes/Chamin%C3%A9s+Algarvias.htm

sábado, 9 de maio de 2009

Igreja de S. Pedro

Situa-se na zona ribeirinha, no Largo de S. Pedro.

A primitiva ermida medieval, mandada fazer pelos mareantes, foi totalmente reconstruída nos meados do século XVI. O novo templo passou a ser sede da recém-criada freguesia de S. Pedro, que foi entregue à Ordem Militar de São Tiago, em troca da cedência da Igreja Matriz de Santa Maria para assento episcopal.
Os efeitos do terremoto de 1755 foram tão graves que originaram profundas modificações arquitectónicas, realçando-se, nesta intervenção, o carácter revivalista, próximo dos valores da arqui- tectura chá dos finais do séc. XVI. As novas colunas foram feitas em 1760, imitando. as da Igreja da Sé.

Foi responsável por esta reconstrução o mestre entalhador farense Manuel Francisco Xavier.

Conserva, no seu interior, significativas manifestações dos séculos XVII e XVIII, com realce para a capela-mor e para as capelas do Santíssimo Sacramento e de Nossa Senhora da Vitória.




Capela das Almas
Esta capela foi administrada, desde o século XVII, pela Confraria das Almas. A ela pertenciam os mesteirais, trabalhadores «mecânicos», encontrando-se inscritos no Livro dos Assentos dos Irmãos, pedreiros, tanoeiros, cordoeiros, surradores, alfaiates, pintores, etc.
Atendendo a que o terramoto de 1755 destruiu parcialmente esta capela, tornou-se necessário proceder à sua reconstrução. O anterior retábulo, construído a partir de 1723,por um dos seus confrades, o entalhador Manuel Martins, foi reformulado, em 1763, tendo-se aproveitado parte da anterior talha.

Testemunhando um espírito de emulação com os mareantes, que administravam a capela fronteira, mandaram enquadrar a talha com painéis de azulejos figurativos representando a Salvação das Almas do Purgatório.










Erguida no séc. XVI no local de uma ermida do séc. XV da devoção dos mareantes, sofreu profundas modificações após o terramoto de 1755. Pórtico em estilo maneirista (final do séc. XVI), com nicho contendo a imagem do orago. Interior de três naves, com colunas que são cópia das existentes na Sé Catedral, instaladas na reconstrução no séc. XVIII. Capela-mor com retábulo de talha do final do séc. XVII, pertencente ao período do Barroco Experimental. Capela de Nossa Senhora da Vitória, pertencente ao Compromisso Marítimo, exemplar importante da talha "rococó" (terceiro quartel do séc. XVIII). Capela do Santíssimo Sacramento, com profusa decoração em talha ao gosto barroco, integrando um baixo-relevo representando a última Ceia (meados do séc. XVIII). Capela das Almas, com retábulo em talha e um importante núcleo de azulejos decorativos (séc. XVIII). Uma imagem em pedra de Nossa Senhora da Esperança (séc. XV), proveniente de uma antiga ermida, e uma Santa Ana de excelente modelação, atribuída ao escultor Machado de Castro (séc. XVIII), integram o valioso espólio desta igreja que inclui ainda telas e imagens provenientes de conventos laicizados no séc. XIX.
Texto retirado de : http://www.visitalgarve.pt/visitalgarve/vPT/DescubraARegiao/Concelhos/Faro/Cidade/?res=1280x1024

Igreja do Carmo

A Igreja de Nossa Senhora do Carmo ou Igreja do Carmo é um edifício notável da cidade de Faro, situado no Largo do Carmo.
Foi fundada em 1713 pelo Bispo D. António Pereira da Silva, tendo sido responsável pelo projecto inicial o Padre Frei Manuel da Conceição, de Lisboa.

Foto de 1970:
Em meados do mesmo século o edifício sofreu grande remodelação e acrescentos, tendo-se destruído a fachada original.
O novo traçado foi concebido pelo mestre pedreiro Diogo Gonçalves, em 1747.
As obras prolongaram-se até 1878 (nomeadamente com a construção das torres da fachada).



sexta-feira, 8 de maio de 2009

Fóia - Monchique

De Monchique subindo em direcção à Fóia defrontando-nos com um panorama de mar e serra.

A Fóia, com os seus 902 metros, é o ponto mais alto a sul do Rio Tejo. Este é um verdadeiro e impressionante miradouro para o Algarve e Alentejo, com uma vista que vai de Vila Nova de Milfontes até Albufeira!





terça-feira, 5 de maio de 2009

FIESA

Festival Internacional de Escultura em Areia

As esculturas de areia são algo que fascina a nossa sociedade, no Verão realizam-se concursos, artistas dão largas à imaginação para criarem trabalhos fantásticos.



Fiesa é nada mais nada menos que o evento em que aparecem as maiores e mais interessantes esculturas em areia do mundo. São imagens incríveis. Tanto que parece montagem, mas não é. O evento acontece entre Pera e o Algôz, concelho de Silves, e está prestes a ter uma nova edição este ano.
Fiesa 2009 terá início no dia 22 de maio com o início da construção das esculturas. De 22 de setembro a 22 de outubro, a ‘cidade de areia’ estará exposta a visitantes.

Em 2008 teve esculturas com diversos temas, entre eles, Flinstones, Garfield, Parque dos Dinossauros (Jurassic Park), Et’s, Guerra nas Estrelas (Star Wars) com Dath Vader, Carros, Animais, elefantes, Deserto, Egito, Esfinge, Hollywood, Vampiro, Dragão, Cemitério, Fred Kruger, Harry Potter, Homem-Aranha (SpiderMan), Batman, O Incrível Hulk, Charles Chaplin, SuperMan, A Pantera Cor-de-rosa (Pink Panther), Os Simpsons,…
Agora é aguardar ansiosamente para descobrir o que terá de novidade em 2009. Para saber mais sobre o evento, visite o site oficial clicando aqui.



HOLLYWOOD foi o tema da 6ª edição do FIESA 2008, a decorrer em Pêra, no Algarve.
Uma viagem fabulosa através dos mais belos cenários dos filmes de Hollywood, neste que é o maior evento mundial de escultura em areia, único na Peninsula Ibérica.Ficção, humor e fantasia, são alguns dos ingredientes que podemos encontrar representados em areia, que farão as delicias de pequenos e graúdos numa visita sem dúvida inesquecivel, ao reino da fantasia. De dia admire as esculturas em todo o seu pormenor e à noite deixe-se seduzir por um ambiente fantástico, com uma programação variada de música ao vivo, teatro, dança e artes performativas.


Maravilhas do Mundo foi o tema da 5.ª edição do Festival Internacional de Escultura em Areia - FIESA 2007.

Fotos do FIESA 2007 em: http://minhasorigens.no.sapo.pt/Fiesa%202007.html

Em 2006, subordinado ao tema «Mitologias», o FIESA teve trinta artistas, oriundos de vários países, a esculpir 30 mil toneladas de areia numa área que se estende por 15 mil metros quadrados.

Fotos do FIESA 2006 em: http://www.esculturasemareia.com/portugues/portfest2006/abreportfest2006.html


"Mundos Perdidos" no FIESA 2005

Festival de esculturas em areia faz alusão às várias culturas e civilizações existentes no mundo ao longo dos tempos.

O 3º Festival Internacional de Esculturas em Areia (FIESA 2005) abriu dia 25 de Maio, ao público, mostrando trinta mil toneladas de areia esculpidas em monumentos, artefactos e cenas significativas de antigas culturas e civilizações.


Texto retirado de : http://www.diario-online.com/noticia.php?refnoticia=48492

Fotos do FIESA 2005 em:
http://artalexandre.blogspot.com/2007/12/esculturas-na-areia.html


O FIESA 2004 foi o II Festival Internacional de Escultura em Areia organizado pela ProSandArt, desta vez explorando o tema “Histórias de Encantar”, e decorreu em Pêra, no Algarve.

A construção deste mega-parque de esculturas em areia iniciou-se em finais de Março e contou com a participação de vinte e cinco escultores, especialistas na construção em areia e oriundos de vários países do mundo.


Texto retirado de : http://www.prosandart.com/fiesa2004/oevento.htm

Subordinado ao tema “Terra de Sonhos”, o FIESA 2003 consiste na construção de uma enorme “cidade” em areia, constituída por figuras esculpidas por um conjunto de artistas de vários países. A “Terra de Sonhos” nascerá numa área de 15 quilómetros quadrados, repleta de cenas representativas da cultura portuguesa e do imaginário colectivo, com peças que atingirão mais de 15 metros de altura.

Texto retirado de : http://www.diario-online.com/noticia.php?refnoticia=23107

FOTOS FIESA 2004 e 2006