quarta-feira, 29 de abril de 2009

Arte digital - Fotos



"Todas as artes contribuem para a maior de todas as artes,a arte de viver"



(Bertolt Brecht)


Fotos Editadas












terça-feira, 28 de abril de 2009

Badoca - Safari Park

«Criar momentos de alegria únicos e memoráveis que contribuam para a formação de cidadãos ambientalmente conscientes»



Os valores em que acreditamos e que são a razão de ser da nossa existência têm-nos guiado ao longo destes anos na definição das nossas metas e objectivos. São eles a conservação das espécies, a preocupação constante com o bem-estar animal, a educação ambiental e a alegria como pólo de agregação familiar. Todos estes valores estão na ordem do dia, como medidas urgentes a implementar para conseguirmos um desenvolvimento sustentável e deixarmos às gerações futuras o exemplo do respeito pela natureza e a obrigação de conservação do Mundo em que vivemos.

É vital uma mudança de atitude por parte de todos os cidadãos.Preocupamo-nos acima de tudo com o bem estar animal. Temos por objectivo a conservação e preservação das espécies e queremos contribuir para a sensibilização ambiental.


É por isso que recebemos no parque espécies ao abrigo do EEP-European endangered species programme, que visa a preservação de espécies em vias de extinção. É o caso das girafas e orixes que actualmente vivem no Badoca.Simultaneamente temos por objectivo proporcionar às pessoas uma forma de lazer alternativa, capaz de lhes proporcionar momentos mágicos e únicos.


Daqui para a frente continuaremos o nosso esforço tendo sempre presente a nossa missão de aumentar o conhecimento do público acerca da riqueza do mundo natural e ajudar os nossos visitantes a tornarem-se cidadãos ambientalmente conscientes.


Continuaremos para isso a apostar no edutainment pois acreditamos ser esta a forma mais eficaz de exercer educação ambiental, aliar a aprendizagem ao entretenimento. E só sentimos a nossa missão cumprida quando todos os visitantes levarem do parque mais do que um dia bem passado. Quando levarem a mensagem da importância da temática da preservação e conservação da natureza e da vida selvagem para as suas casas, para os seus empregos, para o seu dia-a-dia.


Texto retirado de : http://bicharada.net/animais/zoos.php?id=10








Já na zona de transição entre a planície e o litoral alentejano, estende-se, por 100 hectares, a Herdade da Badoca.









O Badoca Park localiza-se a 34 quilómetros da portagem da A2 em Grândola, junto ao traçado do IP8 que se dirige a Sines. Em 2001, cerca de 90 mil pessoas visitaram a herdade.




Nesta imensa área, que intercala amplos espaços abertos com extensões de montado e zonas húmidas, acolhe-se um considerável número de animais selvagens só possíveis de observar nos safaris africanos.

O Badoca Park coloca à disposição dos visitantes viaturas com lotação para 50 pessoas e um guia, que os acompanhará nas deslocações ao interior da herdade.



Durante o percurso é possível a observação e o contacto com girafas, tigres, cangurus, nandus, zebras, iaques, búfalos, lamas, veados, gamos, avestruzes, chimpazés, mas também vacas, burros e ovelhas





Texto retirado de : http://lazer.publico.clix.pt/artigo.asp?id=57823























Inaugurado em 1999, o Badoca Safari Park é um parque temático, desenvolvido em torno do tema central de África.


Possui uma importante e rica colecção animal com espécies africanas (búfalos, gamos, zebras, girafas, tigres e veados, entre outros), e possui boas infra-estruturas de apoio, como restaurantes e parques de merendas, inspiradas no continente africano.


Diariamente são realizados safaris, com uma hora de duração, onde é possível observar os animais à solta, assim como duas exibições com aves rapinas.


Vocacionado para um público infanto-juvenil, existe um parque com grandes esculturas de animais em madeira, e uma aldeia africana, transformada em espaço de divertimento.


segunda-feira, 27 de abril de 2009

Outras misturas

Pequeno Livro do Officio da Missa
1882


Confissão et Communhão, Semana Santa, etc. etc.




Espelho/Reflexo



Um espelho é uma superfície muito lisa e com alto índice de reflexão de luz.

Olhando um espelho comum, vemos a nossa imagem com mesma forma e tamanho, mas que parece estar atrás do espelho à mesma distância em que estamos dele.


Possivelmente terá sido a superfície da água que inspirou o fabrico do primeiro espelho.


Foram descobertos nos despojos da civilização Badariana (do Egipto, junto ao Rio Nilo), espelhos de cobre, deixados pelo homem primitivo no quinto milênio a .C. Mais tarde, construíram-se espelhos de prata polida, que é boa reflectora mas escurece com a atmosfera e precisa de ser frequentemente limpa e trabalhada.


Os espelhos vulgares são formados por uma camada de prata, alumínio ou amálgama de estanho, que é depositada quimicamente sobre a face posterior de uma lâmina de vidro, e por trás coberta com uma substância protectora. Por sua vez, os espelhos de precisão são obtidos depositando, por evaporação sob vácuo, a camada metálica sobre a face anterior do vidro. Estes espelhos não podem ser protegidos o que implica que se realizem metalizações frequentes.



Telhados

Chama-se vulgarmente de telhado qualquer tipo de cobertura em uma edificação. Porém, o telhado, rigorosamente, é apenas uma categoria de cobertura, em geral caracterizado por possuir um ou mais planos inclinados em relação à linha horizontal (diferente, por exemplo, das lajes planas ou das cúpulas). A cada um destes planos inclinados, dá-se o nome de água.




A função principal do telhado é a mesma que a de qualquer outra cobertura: proteger o espaço interno do edifício das intempéries do ambiente exterior (como a neve, a chuva, o vento, entre outros), também concedendo aos usuários aí localizados privacidade e conforto (através de proteção acústica, térmica, etc). Porém, diferente de outros sistemas de cobertura, o telhado também promove a captação e distrubuição das águas pluviais.
Os telhados existem em vários formatos, mas todos, de uma forma geral, são constituídos pela composição de planos inclinados. De todos, o mais simples é o telhado de duas águas (o qual pode ser verificado, por exemplo, nos templos gregos clássicos). Em geral, seu principal elemento construtivo é a telha (que, por sua vez, pode ser constituída de barro, metal ou outros materiais). Normalmente a inclinação das águas de um telhado corresponde às necessidades climáticas da região no qual é construído e da cultura do lugar: alguns telhados na Europa, por exemplo, principalmente nos Alpes, possuem a cumeeira bem elevada, de forma a que os planos inclinem-se em ângulos superiores a 60º, a fim de suportar de maneira mais eficiente o peso extra da neve. Em um país tropical como o Brasil, por exemplo, tal telhado apenas se justificaria por razões estéticas. Os telhados produzidos por populações indígenas, por exemplo, constituídos de palha seca ou sapé, são inclinados em 20º a 30º correspondendo aproximadamente a uma inclinação de 50%, possibilitando um bom escoamento das águas e tornando-o quase inteiramente impermeável.


A inclinação do telhado está diretamente ligada ao tipo de cobertura empregada e a atuação do vento na região. Atentando principalmente para o melhor escoamento das águas pluviais, impedindo a transmissão de umidade para o interior do imóvel.



Texto retirado de : http://pt.wikipedia.org/wiki/Telhado


A Roda




A história da roda pode ser muito curta ou abranger milhares de anos - depende da região ou parte do globo em que é considerada. Sabe-se, por exemplo, que enquanto a civilização sumeriana, que floresceu às margens do rio Eufrates há cerca de 6.000 anos atrás, sabia usá-la (como está gravado em um baixo-relevo de UR) e enquanto os egípcios pareciam familiarizados com ela desde 1.700 Antes de Cristo, a roda era completamente desconhecida na Oceania antes da chegada dos primeiros europeus. Mesmo as civilizações pré-colombianas não acharam uso prático para ela, embora em princípio já a conhecessem.


Acredita-se que a roda foi desenvolvida originada do rolo (um tronco de árvore) que, provavelmente, representou o primeiro meio usado pelo homem para impedir o atrito de arrasto entre dois planos, substituindo-o pelo atrito de rolamento. Mais tarde, este rolo se transformou em disco, e foi, talvez, a necessidade de introduzir a mão para lubrificar o eixo que fez com que o homem abrisse largos buracos. Em outra ocasião, alguém pensou em proteger o cubo da roda contra choques utilizando uma cobertura, e surgiu a precursora das calotas modernas, que tem objetivo mais ou menos funcional. A evolução das rodas dos automóveis se originou diretamente das rodas das antigas carruagens puxadas a cavalos, às quais eram, a princípio, idênticas.